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segunda-feira, 18 de abril de 2016

TRE/SP: Confira dez motivos para participar do concurso

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo é apontado por servidores e especialistas em concursos com uma dos principais órgãos para se trabalhar. Entre as principais vantagens apontadas estão os benefícios, a possibilidade de crescimento e o incentivo à qualificação, além de grandes chances de convocação para os aprovados. Para esclarecer um pouco mais os atrativos do órgão a FOLHA DIRIGIDA lista os dez principais motivos para participar do concurso do TRE-SP:

1) SALÁRIOS
Uma das grande vantagens da área de tribunais são os bons salários oferecidos para cargos de nível médio e superior. Em muitos casos os valores são compostos pelo salário base e pela gratificação de atividade judiciária (GAJ). No caso do TRE-SP um técnico de nível médio recebe R$5.425,79 em início de carreira. O valor inclui o salário de R$2.824,17, a GAJ de R$2.541,75 e a vantagem pecuniária individual – VPI de 59,87. Já para analista os vencimentos são de R$8.988,95, já incluo o salário de R$4.633,67, a GAJ de R$4.170,30 e a VPI de R$59,87.

2) BENEFÍCIOS
Os recebimentos não se restringem ao salário. O Tribunal ainda oferece benefícios como auxílio alimentação, no valor de R$799, para todos os servidores e assistência pré-escolar, de R$632, para quem tem filho de até 6 anos e 11 meses. Os ativos ainda contam com auxílio transporte e assistência médica e odontológica.
3) EVOLUÇÃO
O plano de carreira é outra das vantagens dos Tribunais Federais (TER, TRT e TRF). As carreiras de técnico e analista contam com 13 padrões salariais divididas em três classes (A, B e C). As duas primeiras contam com cinco padrões (1 a 5 e 6 a 10) e a última com três (11 a 13). Existem duas formas de evolução a progressão e a promoção, que acontecem anualmente e dependem de resultados na avaliação de desempenho e da participação em cursos de aperfeiçoamento oferecidos pelo órgão. Considerando estas evoluções os servidores podem chegar, após 13 anos, a uma remuneração de R$8.116,76, no caso de técnico e R$13.278,95, no caso de analista, isso sem considerar benefícios e possíveis gratificações.

4) ESTÍMULO A QUALIFICAÇÃO
A participação em cursos de aperfeiçoamento, além de ajudar na evolução, também garante uma gratificação salarial ao servidor, que podem ser de 1%, 2% ou 3% do salário base, de acordo com o número de cursos, por meio do adicional de qualificação – treinamento. Os valores variam de R$28,24 a R$127,21, no caso de técnico, e de R$46,34 a R$208,72, no caso de analista. Quem possui pós-graduação também conta com o adicional de qualificação de títulos. Neste caso o servidor recebe 7,5% do salário base para especialização, 10% para mestrado e 12,5% para doutorado. Vale lembrar que os percentuais são sobre o salário base. Neste caso os valores vão de R$211,81 a R$530,06 para técnico e R$347,53 a R$869,68 para analista.

5) ESTABILIDADE
Poder fazer planos a longo prazo é uma das vantagens dos servidores públicos. As contratações em tribunais são pelo regime estatutário que garante, entre outras coisas, a estabilidade no cargo, adquirida após dois anos, período equivalente ao estágio probatório.

6) REQUISITOS
Em muitos concursos co remunerações atrativas é possível notar um leque de exigências complementares à escolaridade. No caso do TRE-SP, os requisitos são simplificados e diretos. O cargo de técnico judiciário da área administrativa, por exemplo, exige apenas nível médio completo. Já para técnico da área de apoio especializado é necessário curso técnico na respectiva área de formação. No caso de analista judiciário as exigências estão dividas em três grupos. Para quem deseja concorrer à área administrativa é necessário nível superior em qualquer área, para a área judiciária a exigência é de superior em Direito e para apoio especializado o requisito é nível superior na área de atuação e registro no respectivo conselho de classe.

7) VAGAS INICIAIS E MUITAS CONVOCAÇÕES
Diferente de alguns tribunais, o TRE-SP costuma contar com um bom número de vagas iniciais em seus concursos públicos. O penúltimo concurso para o órgão, realizado em 2006 contou com uma oferta de 67 vagas iniciais. Já para o último, em 2011, foram 111 oportunidades. Mas o grande destaque do TER-SP está no número de convocações. Somente até agosto do ano passado, data da última atualização de nomeações no site do TER-SP, foram convocados 633 aprovados no concurso. O destaque fica por conta de técnico da área administrativa, com 323 convocações (46 vagas iniciais) e analista da área judiciária, com 165 (32 vagas iniciais). Os números incluem aproveitados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-SP/MS), que convocou aprovados do TRE enquanto não concluía o planejamento de sua seleção, realizada em 2013.

8) BANCAS
Os concursos de tribunais costumas ser organizados por bancas conhecidas e conceituadas, na maioria dos casos Fundação Carlos Chagas (FCC) ou Cespe/UNB. No caso do TRE-SP a FCC é a grande favorita, o que facilita na preparação, pelo fato de o candidato já conhecer o perfil de prova e poder se basear em exames recentes de outros tribunais.

9) CONHECIMENTO ACUMULADO
Quem já participou de concursos para outros tribunais, sejam federais, de contas ou TJs, entra com grande vantagem na preparação para o concurso do TRE-SP, por já terem estudado conteúdos que certamente cairão na prova. Disciplinas como Língua Portuguesa, Direito Administrativo e Direito Constitucional e Informática, costumam cobrar os mesmos conteúdos em todos os tribunais. Nos tribunais federais, em específico, estão entre os pontos em comum no programa o Estatuto do Servidores Públicos Federais (Lei 8.112 de 1992), Regimento Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União (Lei 11.416 de 2006) e a Regulamentação do processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal (Lei 9.784 de 1999).

10) TEMPO PARA ESTUDAR
De acordo com especialistas da área, o tempo adequado de estudo para um concurso de tribunal varia de sete meses a um ano. No caso do TRE-SP, o anúncio do concurso para os últimos meses do ano e da prova pra o primeiro trimestre, da um prazo de nove a onze meses para assimilar as oito matérias que possivelmente devem compor o conteúdo programático, no caso de técnico da área administrativa.

Fonte: Folha Dirigida
 
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