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sábado, 22 de março de 2014

Erros de Português tiram sua vaga de concurso

Prova de Língua Portuguesa é a que mais reprova candidatos nos concursos públicos

A Língua Portuguesa é uma das disciplinas mais usadas em concursos e a que mais reprovada candidatos nas provas. Isso ocorre porque muitos acreditam que não precisar dar atenção para esta matéria.

Segundo o autor do livro Língua Portuguesa - Compreensão e Interpretação de Textos - Concursos Enem Vestibulares, da Editora Método, Adriano Alves, o primeiro passo é identificar qual a banca fará o concurso que você vai fazer.

“A tendência hoje são provas mais contextualizadas, com conhecimentos gramaticais aplicados em charges e outdoors, por exemplo“.

Ele destaca também que Língua Portuguesa é diferente de outras matérias. “É como estudar música, pois não é um conteúdo que se esgota. Não é porque estudou que já se sabe tudo. Português deve fazer parte da vida do concurseiro”, avaliou.

Veja dicas das professoras do site Gabarita Português:

PROFESSORA ALINE AURORA

  • CEPERJ
Como a CEPERJ costuma priorizar a semântica, ou seja, cobrar questões voltadas para o texto, é necessário que se estude tipologia textual, coesão textual, valor semântico dos tempos e modos verbais, valor das preposições, bem como das conjunções. No que diz respeito aos conteúdos gramaticais, é comum a cobrança de questões de pontuação, colocação pronominal, formação de palavras e a palavra “que”. A Ceperj não costuma misturar conteúdos na mesma questão, isso facilita ao candidato o reconhecimento do que está sendo pedido.
  • IBFC
A IBFC procura cobrar todo o conteúdo do edital. Em relação ao texto, é fundamental que o candidato estude as figuras de linguagem, as funções da linguagem e tipos de discurso. A banca costuma misturar, na mesma questão, diferentes conteúdos gramaticais, como: pontuação, função sintática, classe gramatical, colocação pronominal, concordância, regência e crase. No entanto as questões de gramáticas não são complexas, o que facilita na hora de resolvê-las.

  • FGV
A FGV não apresenta uma homogeneidade nas provas, ou seja, pode ser imprevisível. Por isso é importante que o candidato estude todo o conteúdo programático. A banca costuma colocar textos longos e charges. Os enunciados também costumam ser extensos. É importante que o candidato sublinhe o que está sendo pedido no enunciado para não se perder. Nas questões de interpretação, é frequente questão sobre objetivo do texto, opinião do autor, figuras de linguagem, coesão referencial e valores semânticos de verbos e conjunções. Nas questões de gramática, é muito comum cobrar pontuação, colocação pronominal, pronome relativo e função sintática.
  • ESAF
A ESAF costuma misturar, na mesma questão, diferentes conteúdos gramaticais. Como os enunciados costumam ser extensos, é necessário que o candidato sublinhe o que está sendo pedido para não se perder. As questões textuais mais frequentes são relacionadas à coerência e coesão textual. Quanto ao aspecto gramatical, é importante estudar pontuação, regência, crase e concordância textual.

LILIAN FURTADO
  • VUNESP
A banca Vunesp é uma banca que explora bem o edital, consegue equilibrar as questões com interpretação e e gramática, muitas vezes, aplicada ao texto. O candidato que se prepara para esse concurso precisa focar os estudos em todos os assuntos gramaticais mais cobrados pelas principais bancas de concurso como, por exemplo, conjugação verbal, semântica dos tempos verbais, o uso das conjunções e seus valores semânticos, concordância, uso do pronome relativo e regência, diferença entre "há, à, às e a", uso das preposições, pontuação, vozes verbais, crase e regência, complementos verbais, uso dos pronomes e suas colocações, mecanismos coesivos e outros assuntos cobrados em proporções menores. Além disso, é de suma importância que o candidato domine as estratégias necessárias para resolver as questões de interpretação.


LETÍCIA DEBOM
  • CESGRANRIO
Para a banca Cesgranrio, é importante estudar os assuntos básicos de gramártica, como: concordância, crase, regência, verbos, pronomes, pontuação, além de interpretação textual. A Banca costuma organizar tanto concursos estaduais, quanto federais. As provas possuem nível de dificuldade médio e exigem do candidato capacidade de visualização e interpretação. Vale ressaltar que as questões são de múltipla escolha, tendo, em seu início, um texto com questões de interpretação e , a seguir, as questões de gramática.
A dica para uma boa preparação é praticar as provas juá aplicadas em concursos anteriores, pois há grande semelhança com questões antigas.

  • CONSULPLAN
Analisando a banca, observei que a CONSULPLAN não costuma realizar provas de português longas e cansativas. Os textos, em geral, são objetivos e diretos, ou seja, de fácil interpretação. Sendo assim, não há grande dificuldade nas questões relacionadas ao texto que constituem grande parte da prova, aparecendo logo em seu princípio.
Como a maioria, esta banca possui tendências, a CONSULPLAN “ama de paixão” alguns assuntos e os cobram regularmente, é o caso de ACENTUAÇÃO GRÁFICA, CONJUNÇÃO, CRASE, ANAFORIA E CATAFORIA, CONCORDÂNCIA ENTRE OUTROS.
  • CESPE
É, de longe, a mais temida pelos concurseiros. As questões são mais complexas. A prova de português geralmente é bastante longa e cansativa. O Cespe aposta em questões em que é preciso assinalar certo e errado nos enunciados e isso pede atenção redobrada dos candidatos. Na maioria das provas, a banca anula uma questão certa se o concurseiro errar a resposta. Assim, é melhor evitar chutes porque há risco de diminuir os pontos, isto é, indico só responder quando houver a certeza de reposta. Em relação aos conteúdos de gramática, é importante focar em verbos, crase, regência, concordância, pontuação, conjunções, orações, pronomes e vozes verbais. A dica é praticar a leitura de maneira a não perder muito tempo nos enunciados. Refazer as provas anteriores para se acostumar com o tipo de questão é de suma importância.

JULIANA MARINS
  • FCC
As provas da FCC costumam utilizar textos que apresentam argumentação, com artigos de opinião, editoriais e crônicas. Fique de olho em questões sobre o posicionamento do autor! É o ponto de vista dele, não o seu! De gramática, meu conselho é focar na conjugação verbal, sobretudo dos verbos derivados de ter, ver, ir e vir; na regência envolvendo pronome relativo; na concordância verbal, especialmente com os verbos haver e existir e o confronto entre voz passiva sintética e indeterminação do sujeito (dê uma revisada nas vozes verbais no geral!); e no valor semântico das conjunções.

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Fonte: GazetaOnline



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